5 de jan. de 2014

A PARÁBOLA DO PORCO-ESPINHO!

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso, decidiram afastar-se uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então, precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E, assim, sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e admirar suas qualidades!

3 de jan. de 2014

O QUE VOCÊ FARIA SE TIVESSE APENAS 60 MINUTOS DE VIDA?

Caro leitor!
O que você faria se soubesse que morreria daqui a 60 minutos?”
Experimente, se for possível, fechar os olhos e imaginar que só lhe restam 60 minutos de vida.
“O que você faria?”
Talvez este questionamento pegou você de surpresa. Talvez causou um grande silêncio no seu interior.
De olhos fechados, ou não, talvez você meditou na resposta por alguns momentos.
Agora, eu te pergunto: “Quais os pensamentos que lhes vieram à mente?”
Tenho certeza que muitos de meus leitores responderam que se consertariam com Deus ou expressariam seus sentimentos para com a família. Tenho a mais absoluta certeza, que a maioria mostrou preocupação com o relacionamento com Deus e com os familiares.
“É comum a todo ser humano, ao se confrontar com a morte, avaliar que tipo de vida levou aqui na Terra, lembrar-se de suas falhas e pedir perdão a Deus. O primeiro sentimento é de arrependimento e de preocupação com o pós-morte. O segundo é sobre a família e as pessoas que estão próximas. Mas, curiosamente, no dia a dia, Deus e a família geralmente não estão no topo de suas prioridades.”
“Quem tem priorizado a vida espiritual e a familiar tem paz diante da morte. Quem não tem, sente uma grande insegurança, medo e sentimento de culpa.
Se Deus e sua família são as duas coisas que mais importarão para você na hora da morte, talvez seja hora de você começar a priorizá-los enquanto em vida”.
Medite nisso!
Que Deus O abençoe abundantemente em nome do Senhor Jesus!