5 de abr. de 2014

CUIDA DO MAIS IMPORTANTE!

Será que você é capaz de cumprir a missão?
Era uma vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada.
"Cuida do mais importante e cumprirás a missão!" Disse o soberano ao se despedir.
Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada à cintura, sob as vestes.
Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.
Para cumprir rapidamente a sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria.
Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providenciar alguma ração.
- Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal - disse alguém.
- Não me importo - respondeu ele.
- Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!
Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal, não suportando mais os maus-tratos, caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé.
Acontece que nessa parte do país havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras. Passadas algumas horas, ele se deu conta da falta que lhe fazia o animal. Estava exausto e sedento. Já havia deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "Cuida do mais importante !"
Seu passo se tornou curto e lento. As paradas, frequentes e longas.
Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota. Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada, onde ficou desacordado.
Para sua sorte, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino o encontrou e cuidou dele. Ao recobrar os sentidos, encontrou-se de volta em sua cidade.
Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e, com a maior desfaçatez, colocou toda a culpa do insucesso nas costas do cavalo "fraco e doente" que recebera.
- Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.
O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos. Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia:
“Ao meu irmão, rei da terra do Norte! O jovem que lhe envio é candidato a casar com a minha filha. Essa jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo. Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, esse grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem aprecia a fidelidade e força de quem o auxilia na jornada. Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem."
Comparo essa história com o homem que segue sua jornada tão preocupado com o seu exterior, isto é, seu corpo, que guarda como se fosse ouro, esquecendo de alimentar sua alma e espírito com o amor e com a Palavra de Deus. Certamente não cumprirá a missão, já que não sabe guardar o que é mais importante!


5 de jan. de 2014

A PARÁBOLA DO PORCO-ESPINHO!

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso, decidiram afastar-se uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então, precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E, assim, sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e admirar suas qualidades!

3 de jan. de 2014

O QUE VOCÊ FARIA SE TIVESSE APENAS 60 MINUTOS DE VIDA?

Caro leitor!
O que você faria se soubesse que morreria daqui a 60 minutos?”
Experimente, se for possível, fechar os olhos e imaginar que só lhe restam 60 minutos de vida.
“O que você faria?”
Talvez este questionamento pegou você de surpresa. Talvez causou um grande silêncio no seu interior.
De olhos fechados, ou não, talvez você meditou na resposta por alguns momentos.
Agora, eu te pergunto: “Quais os pensamentos que lhes vieram à mente?”
Tenho certeza que muitos de meus leitores responderam que se consertariam com Deus ou expressariam seus sentimentos para com a família. Tenho a mais absoluta certeza, que a maioria mostrou preocupação com o relacionamento com Deus e com os familiares.
“É comum a todo ser humano, ao se confrontar com a morte, avaliar que tipo de vida levou aqui na Terra, lembrar-se de suas falhas e pedir perdão a Deus. O primeiro sentimento é de arrependimento e de preocupação com o pós-morte. O segundo é sobre a família e as pessoas que estão próximas. Mas, curiosamente, no dia a dia, Deus e a família geralmente não estão no topo de suas prioridades.”
“Quem tem priorizado a vida espiritual e a familiar tem paz diante da morte. Quem não tem, sente uma grande insegurança, medo e sentimento de culpa.
Se Deus e sua família são as duas coisas que mais importarão para você na hora da morte, talvez seja hora de você começar a priorizá-los enquanto em vida”.
Medite nisso!
Que Deus O abençoe abundantemente em nome do Senhor Jesus!