31 de dez. de 2013

A QUEM VOCÊ DEDICARÁ SEU RÉVEILLON?


Réveillon 2013/2014!
Vou Dedicar Meus Primeiros 10 Minutos de 2014 para o Senhor Jesus e Receberei D`Ele 365 Dias de Bençãos e Conquistas!
É o Senhor Jesus mesmo que me garante quando disse: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas cousas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:36).
Quando eu era criança e, quando ainda havia ensino religioso na grade curricular, aprendi na escola que: "Chegando um dos escribas, perguntou à Jesus: Qual é o principal de todos os mandamentos? Respondeu Jesus: O principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força" (Marcos 12:28-30).
Por isso, mostrarei todo o meu amor por Ele!
E você? A quem você dedicará seu Réveillon?
Lembre-se, por favor, do que disse Jesus: "Aquele que tem os meus mandamento e os guarda (pratica), esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele" (João 14:21).
Que Deus o abençoe abundantemente em nome do Senhor Jesus!
Vigília da Virada! Das 22h00min às 00h10min.
Depois às Férias e as demais coisas!

30 de dez. de 2013

VOCÊ JÁ FEZ O SEU PROJETO DE VIDA PARA 2014!


“Se projetas alguma coisa, ela te sairá bem, e a luz brilhará em teus caminhos” (Jó 22:28). Perguntaram aos formandos de MBAs em Harvard:
Você tem objetivos claros e definidos, colocados no papel, com um planejamento para atingi-los?

Apenas 3% dos graduandos tinham metas colocadas no papel, com planejamento para alcança-las, 13% tinham objetivos, mas não haviam colocado no papel, 84% não tinham qualquer meta.
Dez anos depois, os pesquisadores foram verificar como estava a vida profissional dos entrevistados e, fizeram uma interessante descoberta:
Os 13% com objetivos, ganhavam em média, duas vezes mais do que os 84% sem objetivos.
Os 3% com metas e planejamento no papel, ganhavam dez vezes mais do que os outros 97% juntos!
As pessoas não morrem quando deixam de respirar, mas quando param de sonhar.
Por isso, sonhe muito, mas não deixe de transformar seus sonhos em metas escritas e planejadas.
Uma pessoa que não sabe aonde quer chegar jamais sairá do lugar!
Projetar é enxergar o que ninguém enxerga. É chamar a existência às coisas que ainda não existem!
A maioria do nosso povo não tem noção do que deseja de Deus. Elas vêm à igreja com muita fé, porém, não sabem aonde querem chegar. Vamos seguir a direção de Jó!
E não esqueçamos que antes de projetar, Jó primeiro teve a preocupação em fazer um voto, pois é a única maneira de garantir o sucesso no futuro!

15 de dez. de 2013

OLÁ AMIGOS E AMIGAS!

Como dizia meu avô Agapito (in memoriam):
"Para morrer basta estar vivo!"
Então, cuide de sua salvação, pois o inferno existe e não é aqui na terra não!
Pensem comigo: "Que inferno é este que podemos desfrutar de praias, mulheres ou homens (dependendo do seu sexo e de sua opção), dinheiro, carros, amigos, famílias, festas, baladas, comermos o que quisermos, bebermos o que quisermos, vestirmos o que quisermos, etc, etc, etc..."
O verdadeiro inferno reserva para todos que forem para lá "Choro e Ranger de Dentes" eternamente (Lucas 13:28)!
Então, continuem crendo no Senhor Jesus e obedecendo a palavra D"Ele, pois isso nos garante a Salvação!
Medite nisto e que Deus abençoe a todos vocês abundantemente em nome do Senhor Jesus!

5 de dez. de 2013

O SEGREDO DE UM CASAMENTO FELIZ!

Um casal, ao completar 50 anos de casado, resolveu comemorar. Chamou uma repórter para dar cobertura ao evento. A repórter, com muita elegância ao entrevistar primeiro o senhor, dando-lhe os parabéns, perguntou:
Qual o segredo para ter 50 anos de casado?
E com uma voz firme, respondeu aquele senhor:
– O segredo é o seguinte: todas as vezes que eu vou comer pão, o que eu mais gosto é do biquinho, mas nesses 50 anos, todas as vezes eu corto o biquinho do pão e dou a ela.
A repórter, então, se dirigiu até a senhora e, com um belo sorriso e dando-lhe os parabéns, fez a mesma pergunta: – Qual o segredo para ter 50 anos de casado?
E ela logo responde:
– Sabe o biquinho do pão que ele falou que mais gosta e me dá? Pois bem, eu odeio! Mas faz 50 anos que eu como sem reclamar.
Moral da história: Casamento é sacrifício. Cada um cede um pouco. Esse é o segredo de um casamento duradouro!

3 de dez. de 2013

O ENTERRO DO “NÃO CONSIGO”

Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos. Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:
A turma da Quarta série de Donna se parecia com muitas outras que eu vira antes. Os alunos sentavam-se em cinco fileiras de seis carteiras. A mesa do professor era na frente, virada para os alunos. O quadro de avisos exibia trabalhos dos alunos. Em muitos aspectos, parecia uma sala de escola primária tipicamente tradicional. Mesmo assim, algo me pareceu diferente naquele primeiro dia em que entrei ali. Parecia haver uma corrente subterrânea de excitação. Donna era uma professora veterana de uma cidadezinha de Michigan, e faltavam apenas 2 anos para sua aposentadoria. Além disso, era voluntária ativa num projeto municipal de desenvolvimento de equipes que eu organizara e auxiliara. O treinamento se concentrava em ideias artísticas de linguagens, capazes de estimular os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e assumirem a responsabilidade sobre suas vidas. O trabalho de Donna era assistir às sessões de treinamento e implementar os conceitos apresentados.Meu trabalho era visitar as salas de aula e encorajar a implementação. Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com ideias e pensamentos. Uma aluna de 10 anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigo" "Não consigo chutar a bola de futebol além da Segunda base." "Não consigo fazer divisões longas com mais de três números." "Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim." Sua página já estava pela metade e ela não mostrava sinais de parar. Trabalhava com determinação e persistência. Caminhei pela fileira olhando as folhas dos alunos. Todos estavam escrevendo sentenças que descreviam o que não conseguiam fazer. "Não consigo fazer dez flexões." "Não consigo comer um biscoito só." A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e assim decidi verificar com a professora o que estava acontecendo. Ao me aproximar dela, notei que ela também estava ocupada escrevendo. Achei melhor não interromper. "Não consigo trazer a mãe de John para uma reunião de professores." "Não consigo fazer com que minha filha abasteça o carro." "Não consigo fazer com que Allan use palavras em vez de murros." Frustado em meus esforços em determinar por que os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases mais positivas, ou "eu consigo", voltei para o meu lugar e continuei minhas observações. Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra. "Terminem a página em que estiverem e não comecem outra", foram as instruções que Donna usou para assinalar o final da atividade. Os alunos foram então instruídos a dobrar suas folhas ao meio e trazê-las para a frente da classe.Quando os alunos chegaram à mesa da professora, depositaram as frases "não consigo" numa caixa de sapatos vazia. Quando as folhas de todos os alunos haviam sido recolhidas, Donna acrescentou as suas. Ela pôs a tampa na caixa, enfiou-a embaixo do braço e saiu pela porta, pelo corredor. Os alunos seguiram a professora. Eu segui os alunos. Na metade do corredor a procissão parou. Donna entrou na sala do zelador, remexeu um pouco e saiu com uma pá. Pá numa das mãos, caixa de sapatos na outra, Donna saiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. Ali começaram a cavar. Iam enterrar seus "Não consigo"! A escavação levou mais de dez minutos, pois a maioria dos alunos queria sua vez. Quando o buraco chegou a cerca de um metro de profundidade, a escavação terminou. A caixa de "não consigo" foi depositada no fundo do buraco e rapidamente coberta de terra. 31 crianças de 10 e 11 anos permaneceram de pé, no local da sepultura recém cavada. Cada um tinha no mínimo uma página cheia de "não consigos" na caixa de sapatos um metro abaixo. E a professora também. Neste ponto, Donna anunciou: "Meninos e meninas, por favor deem-se as mãos e baixem as cabeças." Os alunos obedeceram. Rapidamente, dando-se as mãos, formaram um círculo ao redor da sepultura. Baixaram as cabeças e esperaram. Donna proferiu os louvores. "Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘Não consigo’. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública – escolas, prefeituras, assembleias legislativas e, sim, até mesmo na Casa Branca. Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘Eu consigo’, ‘Eu Vou’ e ‘Eu vou imediatamente’. Estes não são tão conhecidos quanto seu famoso parente e certamente ainda não tão fortes e poderosos. Talvez algum dia, com sua ajuda, eles tenham uma importância ainda maior no mundo. Que ‘Não Consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém." Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam esse dia. A atividade era simbólica, uma metáfora da vida. Foi uma experiência direta que ficaria gravada no consciente e no inconsciente para sempre.Escrever os"Não Consigo", enterrá-los e ouvir a oração. Aquele havia sido um esforço maior da parte daquela professora. E ela ainda não terminara. Ao concluir a oração ela fez com que os alunos se virassem, encaminhou-os de volta à classe e promoveu uma festa. Eles celebraram a passagem de "Não Consigo" com biscoitos, pipoca e sucos de frutas. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão. Escreveu as palavras "Não Consigo" no topo, "Descanse em Paz" no centro e a data embaixo. A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "Não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz Descanse em Paz. O aluno então se lembrava que "Não Consigo" estava morto e reformulava a frase. Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "Não Consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, eu também me lembro de que "Não Consigo" está morto. Chick Moorman Canja de Galinha para a Alma Jack Canfield & Mark Victor Hansen Ediouro- 1995 Metáforas para PNL